Schlogen, Donau

Schlogen, Donau

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

1.DIA DE PEDAL: PASSAU – SCHLÖGEN (ca. 50 km) 17.09.2014

Hoje saímos em frente do hotel às 10h20, pois alguns participantes queriam fazer algumas compras na cidade. Depois passeamos mais um pouco pelo centro e pegamos a Ciclovia do Danúbio..


Esses são os registros das inundações da cidade ao longo dos séculos no prédio da Prefeitura.






Pegando a Ciclovia do Danúbio:

No Cafe Theresia, a guia comprou alguns doces para um picknick mais à frente:









Nesse dia vamos pernoitar num trecho da Ciclovia do Danúbio, conhecido como Schlögener Schlinge que é uma curva  fechada de 180º graus do rio, no Vale do Danúbio, onde atravessaremos com as bicicletas num pequeno barco para o outro lado. Na foto abaixo, ao fundo, nosso hotel:







Aqui já estamos na outra margem. Chegamos no hotel às 16h10, deixamos nossa bagagem nos quartos e saimos para percorrer a trilha que dá para avistar a curva do Danúbio.





E quem diria que nesse lugar tão ermo iríamos encontrar uma brasileira? Ela é casada com um austríaco e justo naquele dia e horário foi lá passear com o marido e netinhos.


Alias ela estava de azul da cor da nossa camiseta:


Vista do anoitecer do terraço do nosso hotel... um previlégio estar num lugar tão lindo assim em um dia tão maravilhoso! Foi sensacional.



Passau 16.09.2014

Pegamos o trem com destino à Passau às 9h24 e chegamos lá às 11h38.
Essa cidade barroca, também conhecida como “Cidade dos Três Rios” ,porque nela o Danúbio se encontra com os rios Inn (do sul) e Ills (do Norte), fica localizada perto da fronteira com a Áustria
Em 739, um monge irlandês chamado Bonifácio e conhecido como “apóstolo germânico”, fundou uma diocese no local, que durante anos foi a maior do Sacro Império Romano que estendia-se desde a Áustria até a Hungria. Desde então inúmeros elogios exaltam a glória e a beleza da “cidade dos três rios”, a “Veneza da Baviera”, linda e magnífica, cujos bispos eram senhores. A antiga Bojodurum dos romanos, ou Batavis dos celtas, era um dos corações da Baviera e o Papa Pio II dizia que era mais difícil tornar-se cônego em Passau do que Papa em Roma. Grande parte da cidade foi destruída por incêndios em 1662 e 1680 e artistas italianos trabalharam na reconstrução de Passau e de suas fachadas, resultando numa mistura de estilos barroco, rococó e neoclássico. Viajantes e cronistas testemunham a alegre vida dos cléricos – entre música, funções litúrgicas, chocolates, bombons e galanteios - e o grande número de cervejarias. Fonte: MAGRIS, Claudio. Danúbio. Companhia das Letras, 2008. p.131-3.
Nosso hotel:

Almoçamos num Biergarten em uma esquina próxima:

Pegamos um onibus e fomos buscar nossas bikes alugadas:

Passeio no final da tarde: pausa para um delicioso sorvete e um belo anoitecer


Um típico bávaro:


Para finalizar o dia, jantamos num típico restaurante bávaro bem em frente ao nosso hotel:


Munique 14 e 15/09/2014

Munique (München), foi fundada em 1158 e é a capital do Estado da Baviera (Bayern), com 1,4 milhão de habitantes. É a terceira maior cidade da Alemanha, depois de Berlim e de Hamburgo. Uma das atividades de destaque na cidade e na região é o turismo. Munique é famosa pela arquitetura, história e pelos Biergartens onde podem ser apreciados diversos tipos de cerveja. Além de ser palco da maior festa folclórica alemã, a Oktoberfest. 
O desembarque foi pela manhã e as 11h30 estávamos todos no sagão do hotel.  Saindo a pé do hotel, que fica localizado perto do centro, fomos almoçar no Rathauskeller (restaurante localizado no prédio da prefeitura).
Depois fizemos um citytour pela zona de pedestres conhecendo os pontos históricos mais importantes. Como iniciou uma garoa pegamos um onibus para apreciarmos melhor a cidade ao mesmo tempo que ficamos abrigados da chuva. Encerramos o dia jantando no Augustiner (é a cervejaria mais antiga da cidade, fundada em 1328 por monges agostinianos). 










Teve quem não resistiu a um cochilinho....



No dia seguinte o tempo melhorou e fomos fazer nosso Biketour. tendo como destaque:
O Englischer Garten que  é um grande parque urbano, com cerca de 4,17 km², l A idéia de criar esse jardim para uso de toda a população que antes era restrito à aristrocracia, partiu do conde Von Rumford, um químico norte-americano que viveu na Baviera a partir de 1784. Na época o projeto era inédito e substituiu uma área ocupada por pântanos. 







Depois, seguiremos para o Olympiapark, construído para os jogos Olímpicos de 1972 e de lá para o Schloss Nymphenburg, que  serviu de residência de Verão aos governadores da Baviera.  



Depois de cinco horas pedalando pela cidade, um merecido almoço no Lowenbraukeller – fundada em 1883, foi parcialmente destruído em bombardeiros na 2.Guerra e reformada em 1950.





Depois umas horinhas livres para compras e mais passeio a pé pela cidade contemplando um belo anoitecer..







Finalmente um jantar no Hofbräuhaus – a cervejaria mais badalada pelos turistas de Munique foi fundada em 1589 pelo Duque William V da Baviera para evitar ter que comprar cerveja da baixa Saxônia, sendo de uso exclusivo do Duque. Apenas em 1828 a cervejaria foi aberta ao público. Na Segunda Guerra Mundial toda a estrutura da cervejaria foi destruída num bombardeio, porém foi reconstruída em 1958.




Cerveja? A melhor sopa de abóbora da viagem! 


Para os tradicionais...